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Minimalism, aleatoric music, and depression.

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31 Re: Minimalism, aleatoric music, and depression. em Ter Nov 13, 2012 12:38 am

Mydland

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Spoiler:
[...]Sem disposição para jantar, fui dar um passeio pela beira do riacho, cerca do meio-dia. Tudo estava
deserto; um vento de oeste, umido e frio, soprava, da montanha, e nuvens cinzentas, carregadas de
chuva, avançavam sobre o vale. Lobriguei ao longe um homem vestido com uma esfrangalhada
roupa verde que ia e vinha, rondando os rochedos, e parecia procurar plantas medicinais. Como eu
me tivesse aproximado, Ele voltou-se ao ruído dos meus passos e vi urna fisionomia interessante,
cujo traço predominante era uma calma tristeza,

- Há tantas flores! - disse Ele, descendo para vir ao meu encontro. - No meu jardim tenho muitas
rosas e duas espécies de trepadeiras: uma foi meu pai quem me deu. Elas brotam como erva
daninha e há dois dias que as procuro sem poder encontrá-las. Lá fora, também, há sempre flores
amarelas, azuis, vermelhas, centáureas com suas lindas florinhas, e não consigo encontrar uma
unica.



Percebi qualquer coisa de extraordinário e, aproveitando uma pausa, perguntei-lhe:



- Que quer você fazer com essas flores?



Um sorriso estranho e convulsivo enrugou-lhe a fisionomia.



- Não devo trair-me - disse Ele, pondo o dedo nos lábios. - É que eu prometi um ramilhete à minha
boa amiga.



Muito bem.



Ela tem muitas outras coisas; é rica.


Respondi-lhe:



- E, no entanto, vai ter também o seu ramilhete?



- Oh! - continuou Ele. - Ela tem muitas jóias e uma coroa.



- Como se chama ela?


- Se os Estados-Gerais quisessem pagar-me prosseguiu -, eu seria outro homem. Sim, houve um
tempo em que eu era muito feliz! Agora, acabou-se tudo: eu sou... eu sou...E, lançando um olhar
humilde para o céu, conclui seu pensamento.



- Então você era feliz? - perguntei-lhe.



- Ali! como eu ainda desejo ser feliz! Eu me sentia tão bem, tão alegre, tão leve como um peixe na
água!



Henrique! - chamou uma velha mulher que apareceu na estrada. - Henrique! Aonde é que você se
meteu? Nós procuramos você por toda parte! Venha almoçar!



Aproximei-me dela e perguntei:



- É seu filho?



- Sim, é meu pobre filho; Deus me deu uma cruz bem pesada.


- Há quanto tempo Ele está nesse estado?



- Há seis meses que Ele ficou tranqüilo, louvado seja Deus! Antes, esteve furioso durante um ano
inteiro; foi preciso acorrentá-lo num hospital de loucos. Agora, não faz mal a ninguém; sómente
não se ocupa de outra coisa senão de reis e imperadores. Era um ótimo rapaz, era quem me
ajudava, porque tinha uma bela caligrafia. De repente tornou-se melancólico, foi acometido de uma
febre, passou a delirar e agora é o que o senhor ve. Se eu pudesse contar ao senhor...



Interrompi aquela torrente de palavras, perguntando:



- Que tempo é esse em que Ele pretende ter sido feliz e vivido tão contente?



Ela exclamou com um sorriso de piedade:



- Pobre louco! Ele fala do tempo em que esteve possesso, louvando sem cessar esse tempo. Foi
quando passou no hospício uma época sem saber que havia perdido por completo a razão.



Tais palavras caíram sobre mim como um raio; dei à mulher uma moeda de ouro e despedi-me
precipitadamente.



"Eis o tempo em que você era feliz", gritei para mim mesmo, dirigindo-me ràpidamente, e em linha
reta, rumo à vila. "0 tempo em que vivia contente como um peixe na água! Deus do céu, essa
defesa então a sorte que concedeis aos homens, de só torná-los felizes antes de possuírem e depois
de haverem perdido a razão? E, no entanto, ó desgraçado, como eu invejo a melancolia e o
alheamento de espírito em que você vegeta! Você sai tão cheio de esperança, em pleno inverno, a
fim de colher flores para a sua rainha, e aflige-se por as encontrar, e não compreende por que não
pode encontrá-las. E eu ... eu saio sem esperança e sem destino, retornando tal como saí... Você
imagina o homem que seria se os Estados-Gerais lhe pagassem. Feliz criatura que pode atribuir a
ausência da felicidade a um obstáculo terreno! Você não sente que é no seu coração arruinado, no
seu cérebro desorganizado que jaz o seu mal, e que todos os reis da terra não poderão curá-los!"


32 Re: Minimalism, aleatoric music, and depression. em Ter Nov 13, 2012 12:43 am

Thais.

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Minimalismo...
Bom, eh a vanguarda mais chata da arte.
Eh so o que eu tenho a dizer por hoje.

Vítor

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34 Re: Minimalism, aleatoric music, and depression. em Ter Nov 13, 2012 11:09 am

Otávio

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mog irei ler tudo depois

35 Re: Minimalism, aleatoric music, and depression. em Ter Nov 13, 2012 12:46 pm

Renato Luiz

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Otávio escreveu: mog irei ler tudo depois

http://egocerebral.blogspot.com

36 Re: Minimalism, aleatoric music, and depression. em Ter Nov 13, 2012 12:49 pm

Eliton

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A.C.A.B escreveu:
Nicolas escreveu:
Spoiler:
Mydland escreveu:
20 anos de grunge: o rock não merecia descer tão baixo

10 de janeiro de 2011
Categoria: Anos 90, comportamento

Marcelo Moreira

Não perca por esperar: 2011 será o ano da avalanche de reportagens documentários lembrando e homenageando os 20 anos de surgimento do grunge, aquele pseudomovimento musical repleto de músicos ruins e canções idem que apareceu em 1991 fruto de mais uma das supostas crises da indústria fonográfica.

O sucesso da música “Smells Like Teen Spirit” (do álbum Nevermind) surpreendeu toda a indústria da música. O álbum, segundo da carreira do Nirvana, foi um hit que atingiu o primeiro lugar em todo o mundo. O Pearl Jam, outra banda que começava então a conseguir popularidade, havia lançado seu álbum de estréia, Ten, um mês antes que o segundo álbum do Nirvana, em Agosto de 1991, mas suas vendas só decolaram após o sucesso da banda de Kurt Cobain.

O Combate Rock se antecipa a todo mundo e trata de colocar o grunge no seu devido lugar no ano em que se completam 20 anos de seu surgimento: um bando de moleques que não sabiam tocar querendo imitar tanto a música como a atitude punk, mas sem êxito, além de “criar” uma suposta estética (em todos os sentidos) despojada, mas que na verdade revelou apenas total falta de criatividade.

O pior é que o embuste colou, pois jornalistas norte-americanos tontos sem cultura acharam que havia alguma novidade naqueles garotos semianalfabetos e sem a menor noção do que era música em Seattle.

Inventaram uma cena que não existia, insistiram no embuste e acabaram convencendo um bando de coitados – primeiro nos Estados Unidos, depois no mundo inteiro – que existia um “movimento” musical em Seattle, com moleques “despojados, independentes, mas criando algo novo e revolucionário”.

Uma grande bobagem, mas que acabou se tornando um imenso golpe de marketing – parabéns aos gênios das gravadoras da época, que conseguiram cooptar a molecada com “atitude” e “independência” com uma facilidade incrível.

Conseguiram recriar um ambiente punk em plenos anos 90, mesmo com o punk morto e enterrado devido aos seus próprios vícios, defeitos e excessos. Coitados dos punks, pois afirmar que o grunge, seja como “movimento” ou como “estética”, era baseado no punk rock é uma ofensa gigante.

O movimento punk pode não ter sido tão relevante musicalmente quanto se imagina (e não foi mesmo), mas como fenômeno cultural foi um marco na cultura ocidental, goste-se disso ou não. Impregnou o mundo de um sentimento de anarquia, revolta e desilusão como nenhum outro movimento jovem conseguiu. Goste-se ou não, aquilo foi uma revolução.

São apenas duas as conexões entre o punk e o grunge: a pouca duração e a imensa quantidade de músicos ruins, que não sabiam tocar. No mais, o grunge como “movimento” musical ou de comportamento foi um embuste. Rapidamente cooptados pelo sistema, os músicos não passaram de marionetes nas mãos do mercado fonográfico.

Pode dar certo por um tempo – e deu, por uns três ou quatro anos. Afinal, se tem gente que gosta de lixos como música pop, o rhythm and blues atual norte-americano, axé, sertanejo e MPB cabeçuda, por que não haveria indigentes culturais que cairiam no golpe do grunge?

O fato é que o grunge durou bem menos que o punk. Kurt Cobain, guitarrista e vocalista do Nirvana, péssimo guitarrista e mau compositor, posou de garotinho atormentado e incompreendido e preferiu se matar a encarar sua indigência musical e a decadência do movimento.

A única coisa que prestava foi justamente a única que banda que sobreviveu e que ainda existe, o Pearl Jam, hoje livre do rótulo maldito de grunge – para sorte da banda.

O melhor artista, o mais promissor, Chris Cornell, vocalista do pastiche de Black Sabbath chamado Soundgarden, se perdeu pelo caminho mais fácil – e também mais perigoso – da música pop. A única coisa que fez de bom foi o Audioslave – que o próprio Cornell se encarregou de implodir.

É até vergonhoso comparar o “legado” do grunge com o do punk. The Clash, The Jam, Buzzcocks, Sham 69, Stiff Little Fingers e pelo menos mais uma dúzia de bandas punks entraram na história do rock pela porta da frente.

No grunge, só Pearl Jam teve essa honra. Nirvana? É o produto emblemático musical daquela era nefasta do rock: musicalmente rudimentar, raquítico e claudicante, acabou cooptado pelas gravadoras e virou o símbolo (perfeito) do suposto “movimento”.

O atormentadinho Cobain, com sua pobre e atomentadinha vidinha de pop star, ganhou mais notoriedade do que sua música e sua banda – prova inequívoca da indigência de conteúdo do suposto movimento grunge. Não dá para levar a sério, tanto que pouca gente ainda cai nesta esparrela.

O grunge ao menos deu uma lição no rock: varreu para o lixo o artificialismo do hard rock farofa que dominou a música na segunda metade dos anos 80, vírus nocivo que contaminou muita gente boa, como Judas Priest, Saxon e Whitesnake, entre outros. Só mesmo um mercado fonográfico putrefato por esse tipo de artificialismo poderia permitir a ascensão do grunge.

Há gente dentro da equipe de Combate Rock que não concorda com este posicionamento, e espero ansiosamente que este texto seja rebatido à altura. Mas o veredicto está dado: o fim do grunge – e sua ida para o limbo da memória – só fez bem ao rock e à cultura em geral. Parabéns pelos 20 anos. Parabéns?

Fonte :http://blogs.estadao.com.br/combate_rock/20-anos-de-grunge-o-rock-nao-merecia-descer-tao-baixo/

Muito Bom Texto Notbad
tr00 até comentei lá.

Capa de 'London Calling', do Clash, uma obra-prima de verdade e clássico do punk

True True True True True True True Nyancat

The.Pretender

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up

Vítor

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Vitor s'X'e escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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A.L.

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Thaia escreveu:Minimalismo...
Bom, eh a vanguarda mais chata da arte.
Eh so o que eu tenho a dizer por hoje.
não gosto como pintura. musica acho muito bom e arquitetura até que desce

https://cidade-floresta.blogspot.com.br/

A.L.

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ja foi indicado algo do John Zorn no Todos Ouvem, não foi?

https://cidade-floresta.blogspot.com.br/

Mydland

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A.L. escreveu:ja foi indicado algo do John Zorn no Todos Ouvem, não foi?

Creio que não, o maximo foi uma citação, numa indicação do Otávio.

Vítor

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Mydland escreveu:
20 anos de grunge: o rock não merecia descer tão baixo

Spoiler:
10 de janeiro de 2011
Categoria: Anos 90, comportamento

Marcelo Moreira

Não perca por esperar: 2011 será o ano da avalanche de reportagens documentários lembrando e homenageando os 20 anos de surgimento do grunge, aquele pseudomovimento musical repleto de músicos ruins e canções idem que apareceu em 1991 fruto de mais uma das supostas crises da indústria fonográfica.

O sucesso da música “Smells Like Teen Spirit” (do álbum Nevermind) surpreendeu toda a indústria da música. O álbum, segundo da carreira do Nirvana, foi um hit que atingiu o primeiro lugar em todo o mundo. O Pearl Jam, outra banda que começava então a conseguir popularidade, havia lançado seu álbum de estréia, Ten, um mês antes que o segundo álbum do Nirvana, em Agosto de 1991, mas suas vendas só decolaram após o sucesso da banda de Kurt Cobain.

O Combate Rock se antecipa a todo mundo e trata de colocar o grunge no seu devido lugar no ano em que se completam 20 anos de seu surgimento: um bando de moleques que não sabiam tocar querendo imitar tanto a música como a atitude punk, mas sem êxito, além de “criar” uma suposta estética (em todos os sentidos) despojada, mas que na verdade revelou apenas total falta de criatividade.

O pior é que o embuste colou, pois jornalistas norte-americanos tontos sem cultura acharam que havia alguma novidade naqueles garotos semianalfabetos e sem a menor noção do que era música em Seattle.

Inventaram uma cena que não existia, insistiram no embuste e acabaram convencendo um bando de coitados – primeiro nos Estados Unidos, depois no mundo inteiro – que existia um “movimento” musical em Seattle, com moleques “despojados, independentes, mas criando algo novo e revolucionário”.

Uma grande bobagem, mas que acabou se tornando um imenso golpe de marketing – parabéns aos gênios das gravadoras da época, que conseguiram cooptar a molecada com “atitude” e “independência” com uma facilidade incrível.

Conseguiram recriar um ambiente punk em plenos anos 90, mesmo com o punk morto e enterrado devido aos seus próprios vícios, defeitos e excessos. Coitados dos punks, pois afirmar que o grunge, seja como “movimento” ou como “estética”, era baseado no punk rock é uma ofensa gigante.

O movimento punk pode não ter sido tão relevante musicalmente quanto se imagina (e não foi mesmo), mas como fenômeno cultural foi um marco na cultura ocidental, goste-se disso ou não. Impregnou o mundo de um sentimento de anarquia, revolta e desilusão como nenhum outro movimento jovem conseguiu. Goste-se ou não, aquilo foi uma revolução.

São apenas duas as conexões entre o punk e o grunge: a pouca duração e a imensa quantidade de músicos ruins, que não sabiam tocar. No mais, o grunge como “movimento” musical ou de comportamento foi um embuste. Rapidamente cooptados pelo sistema, os músicos não passaram de marionetes nas mãos do mercado fonográfico.

Pode dar certo por um tempo – e deu, por uns três ou quatro anos. Afinal, se tem gente que gosta de lixos como música pop, o rhythm and blues atual norte-americano, axé, sertanejo e MPB cabeçuda, por que não haveria indigentes culturais que cairiam no golpe do grunge?

O fato é que o grunge durou bem menos que o punk. Kurt Cobain, guitarrista e vocalista do Nirvana, péssimo guitarrista e mau compositor, posou de garotinho atormentado e incompreendido e preferiu se matar a encarar sua indigência musical e a decadência do movimento.

A única coisa que prestava foi justamente a única que banda que sobreviveu e que ainda existe, o Pearl Jam, hoje livre do rótulo maldito de grunge – para sorte da banda.

O melhor artista, o mais promissor, Chris Cornell, vocalista do pastiche de Black Sabbath chamado Soundgarden, se perdeu pelo caminho mais fácil – e também mais perigoso – da música pop. A única coisa que fez de bom foi o Audioslave – que o próprio Cornell se encarregou de implodir.

É até vergonhoso comparar o “legado” do grunge com o do punk. The Clash, The Jam, Buzzcocks, Sham 69, Stiff Little Fingers e pelo menos mais uma dúzia de bandas punks entraram na história do rock pela porta da frente.

No grunge, só Pearl Jam teve essa honra. Nirvana? É o produto emblemático musical daquela era nefasta do rock: musicalmente rudimentar, raquítico e claudicante, acabou cooptado pelas gravadoras e virou o símbolo (perfeito) do suposto “movimento”.

O atormentadinho Cobain, com sua pobre e atomentadinha vidinha de pop star, ganhou mais notoriedade do que sua música e sua banda – prova inequívoca da indigência de conteúdo do suposto movimento grunge. Não dá para levar a sério, tanto que pouca gente ainda cai nesta esparrela.

O grunge ao menos deu uma lição no rock: varreu para o lixo o artificialismo do hard rock farofa que dominou a música na segunda metade dos anos 80, vírus nocivo que contaminou muita gente boa, como Judas Priest, Saxon e Whitesnake, entre outros. Só mesmo um mercado fonográfico putrefato por esse tipo de artificialismo poderia permitir a ascensão do grunge.

Há gente dentro da equipe de Combate Rock que não concorda com este posicionamento, e espero ansiosamente que este texto seja rebatido à altura. Mas o veredicto está dado: o fim do grunge – e sua ida para o limbo da memória – só fez bem ao rock e à cultura em geral. Parabéns pelos 20 anos. Parabéns?

Fonte :http://blogs.estadao.com.br/combate_rock/20-anos-de-grunge-o-rock-nao-merecia-descer-tao-baixo/

Grunge não existe IronicNice

Otávio

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Mydland escreveu:
A.L. escreveu:ja foi indicado algo do John Zorn no Todos Ouvem, não foi?

Creio que não, o maximo foi uma citação, numa indicação do Otávio.
foi sim, você me indicou
Foi naquela que você iniciou isso no TO de indicar um álbum pra cada um, lembro também que além desse álbum tinha um de folk metal
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naked city >>>
IronicNice

Mydland

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Aproveitando que o tópico foi upado, vou postar um poema de Allen Ginsberg, que eu mesmo traduzi IronicNice

Spoiler:

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I'm an old man now, and a lonesome man in Kansas
Sou um homem velho  agora, e um homem solitário em Kansas
but not afraid
Mas sem medo
to speak my lonesomeness in a car,
De expressar minha solidão em um carro
because not only my lonesomeness
Porque não é só minha solidão
it's Ours, all over America,
É nossa, em toda America
O tender fellows-
Ó caros companheiros
& spoken lonesomeness is Prophecy
e solidão expressada é Profecia
in the moon 100 years ago or in
Na Lua 100 anos atrás ou
the middle of Kansas now.
no meio do Kansas neste momento
It's not the vast plains mute our mouths
Não são os vastos planos que mutam nossas bocas
that fill at midnite with ecstatic language
Que preenchem à meia-noite com linguagem extática
when our trembling bodies hold each other
Quando nossos corpos trêmulos se apertam
breast to breast on a mattress-
Peito contra peito num colchão
Not the empty sky that hides
Não o céu vazio que esconde
the feeling from our faces
O sentimento de nossas faces
nor our skirts and trousers that conceal
Nem nossas saias e calças que escondem
the bodylove emanating in a glow of beloved skin,
O amor corporal emanando em um brilho de pele adorável
white smooth abdomen down to the hair
Branco macio abdomen e abaixo para o cabelo
between our legs,
Entre nossas pernas
It's not a God that bore us that forbid
Não é um Deus que castiga que proíbe
our Being, like a sunny rose
nosso Ser, como uma rosa no verão
all red with naked joy
toda vermelha com alegria nua
between our eyes & bellies, yes
no meio de nossos olhos e ventres, sim
All we do is for this frightened thing
Tudo que fazemos é por essa coisa assustada
we call Love, want and lack-
que chamamos de amor, desejamos e não temos
fear that we aren't the one whose body could be
Medo que não somos aquele cujo corpo poderia ser
beloved of all the brides of Kansas City,
o mais desejado de todas as noivas de Kansas City
kissed all over by every boy of Wichita-
ou beijado por todos os rapazes de Wichita
O but how many in their solitude weep aloud like me-
Ó mas quantos em sua solitude lamentam alto como eu
On the bridge over Republican River
Sobre a ponte do Republican River
almost in tears to know
Quase em lagrimas para saber
how to speak the right language-
Como dizer em correta linguagem
on the frosty broad road
Na ampla e gelada estrada
uphill between highway embankments
Morro acima entre aterros de auto-estradas
I search for the language
Eu procuro pela linguagem
that is also yours-
Que também é sua
almost all our language has been taxed by war.
quase toda nossa linguagem foi taxada pela guerra
Radio antennae high tension
Antena alta tensão de rádio
wires ranging from Junction City across the plains-
cabos indo de Junction City pelos planos
highway cloverleaf sunk in a vast meadow
um trevo de estrada afundado em um vasto campo
lanes curving past Abilene
pistas dobrando Abilene
to Denver filled with old
para Denver cheia de velhos
heroes of love-
heróis do amor
to Wichita where McClure's mind
Até Wichita onde a mente de McClure
burst into animal beauty
estourou em uma beleza animal
drunk, getting laid in a car
bebâdo, se dando bem em um carro
in a neon misted street
Em uma rua enevoada de neon
15 years ago-
15 anos atrás
to Independence where the old man's still alive
para Independence onde o velho homem ainda está vivo
who loosed the bomb that's slaved all human consciousness
cujo que descarregou a bomba que escravizou toda a consciencia humana
and made the body universe a place of fear-
E fez o corpo universal um local de medo
Now, speeding along the empty plain,
Agora, acelerando através do plano vazio
no giant demon machine
nenhuma maquina demoniaca gigante
visible on the horizon
visivel no horizonte
but tiny human trees and wooden houses at the sky's edge
Mas pequeninas arvores humanas e casas de madeira na ponta do céu
I claim my birthright!
Eu clamo meu direito de nascença!
reborn forever as long as Man
Renascido sempre desde que o homem
in Kansas or other universe-Joy
Em Kansas ou em qualquer alegria do universo
reborn after the vast sadness of War Gods!
Renasça após a vasta tristeza dos Deuses da Guerra!
A lone man talking to myself, no house in the brown vastness to hear,
Um homem só falando consigo, nenhuma casa na vasta imensidão marrom para ouvir
imaging the throng of Selves
Imaginando a multidão de eus
that make this nation one body of Prophecy
Que fazem essa nação um corpo de Profecia
languaged by Declaration as Pursuit of Happiness!
que tem linguagem pela Declaração como Procura pela Felicidade!
I call all Powers of imagination
Eu chamo todos os Poderes da Imaginação
to my side in this auto to make Prophecy,
ao meu lado nesse auto para fazer Profecia
all Lords
todos os Senhores
of human kingdoms to come
dos Reinos Humanos para vir
Shambu Bharti Baba naked covered with ash
Shambu Bharti Baba nu coberto de cinza
Khaki Baba fat-bellied mad with the dogs
Gordo Khaki Baba louco com os cachorros
Dehorahava Baba who moans Oh how wounded, How wounded
Dehorava Baba que geme "ó quão ferido, quão ferido"
Sitaram Onkar Das Thakur who commands
Sitaram Onkar Das Thakur que comanda
give up your desire
"desista do seu desejo"
Satyananda who raises two thumbs in tranquillity
Satyananda que levanta dois dedos em tranquilidade
Kali Pada Guha Roy whose yoga drops before the void
Kali Pada Guha Roy cujo yoga cai perante o vácuo
Shivananda who touches the breast and says OM
Shivananda que toca o peito e diz "OM"
Srimata Krishnaji of Brindaban who says take for your guru
Srimata Krishnaji de Brindaban que diz "leve para seu guru"
William Blake the invisible father of English visions
William Black o pai invisivel das visões inglesas
Sri Ramakrishna master of ecstasy eyes
Sri Ramankrishna mestre dos olhos extáticos
half closed who only cries for his mother
Meio fechados que somente choram por sua mãe
Chaitanya arms upraised singing & dancing his own praise
Chaitanya de braços erguidos cantando e dançando em seu proprio louvor
merciful Chango judging our bodies
Misericordioso Chango julgando nossos corpos
Durga-Ma covered with blood
Durga-Ma coberto de sangue
destroyer of battlefield illusions
Destruidor das ilusões do campo de batalha
million-faced Tathagata gone past suffering
Tathagata de milhões de faces indo além do sofrimento
Preserver Harekrishna returning in the age of pain
Preservador Harekrishna retornando na idade da dor
Sacred Heart my Christ acceptable
Sagrado Coração meu Cristo aceitável
Allah the Compassionate One
Alá o Compassionado
Jaweh Righteous One
Javé o Justo
all Knowledge-Princes of Earth-man, all
Todos os Principes do Conhecimento do homem terrestre, todos
ancient Seraphim of heavenly Desire, Devas, yogis
anciões serafins de desejo divino, Devas, yogis
& holymen I chant to-
E homens sagrados para quem eu canto
Come to my lone presence
Venham a minha presença só
into this Vortex named Kansas,
Nesse Vortex chamado Kansas
I lift my voice aloud,
Eu elevo minha voz ao alto
make Mantra of American language now,
faça Mantra da Linguagem Americana agora
I here declare the end of the War!
Eu aqui declaro o fim da Guerra!
Ancient days' Illusion!-
Ilusão dos dias Antigos!
and pronounce words beginning my own millennium.
E pronuncio palavras começando meu proprio milênio
Let the States tremble,
Deixe os Estados tremer
let the Nation weep,
Deixe a Nação chorar
let Congress legislate its own delight
Deixe o Congresso legislar o seu próprio deleite
let the President execute his own desire-
Deixe o Presidente executar seu próprio desejo
this Act done by my own voice,
Esse Ato feito pela minha própria voz
nameless Mystery-
Mistério inominado
published to my own senses,
Publicado para meus próprios sentidos
blissfully received by my own form
Alegremente recebido pela minha própria forma
approved with pleasure by my sensations
Aprovado com prazer pelas minhas sensações
manifestation of my very thought
Manifestação de meu próprio pensamento
accomplished in my own imagination
Cumprido em minha própria imaginação
all realms within my consciousness fulfilled
Todos os Reinos dentro de minha consciência preenchidos
60 miles from Wichita
60 milhas de Wichita
near El Dorado,
perto de El Dorado
The Golden One,
O Reino Dourado
in chill earthly mist
Em uma névoa calma terrena
houseless brown farmland plains rolling heavenward
Campos de fazenda marrons sem casas indo em direção ao céu
in every direction
Em todas as direções
one midwinter afternoon Sunday called the day of the Lord-
Uma tarde no dia de domingo no meio do inverno, chamado  Dia do Senhor
Pure Spring Water gathered in one tower
Pura água da Fonte recolhida em uma torre
where Florence is
onde Florence está
set on a hill,
Posta em uma colina
stop for tea & gas
Parada para chá e gasolina



Última edição por Mydland em Qua Jan 29, 2014 1:58 pm, editado 2 vez(es)

Mydland

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Otávio escreveu:
Mydland escreveu:
A.L. escreveu:ja foi indicado algo do John Zorn no Todos Ouvem, não foi?

Creio que não, o maximo foi uma citação, numa indicação do Otávio.
foi sim, você me indicou
Foi naquela que você iniciou isso no TO de indicar um álbum pra cada um, lembro também que além desse álbum tinha um de folk metal
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naked city >>>
IronicNice

Locus Solus é a pedra de Roseta pra quem quer entender Free Improvisation, e Improvisação em geral.

A.L.

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baixarei IronicNice

https://cidade-floresta.blogspot.com.br/

Thais.

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Mydland escreveu:Os principais sintomas da depressão são:

tristeza profunda e duradoura (em geral mais do que duas semanas);

perda do interesse ou prazer em atividades que antes eram apreciadas;

sensação de vazio;

falta de energia;

apatia;

desânimo;

falta de vontade para realizar tarefas;

perda da esperança;

pensamentos negativos, pessimistas, de culpa ou auto-desvalorização.

Além desses, a pessoa pode ter dificuldade para concentrar-se, não dorme bem, tem perda do apetite, ansiedade e queixas físicas vagas (desconforto gástrico, dor de cabeça, entre outras).

Em casos mais graves, podem ocorrer idéias de morte, havendo até pessoas que tentam o suicídio.

A pessoa tem episódios de depressão que se repetem de tempos em tempos.

Com muita freqüência a depressão começa após alguma situação de estresse ou conflito e depois persiste, mesmo após a superação da dificuldade.

Sinto e tenho tudo isso ai.
Mas não é depressão, no meu caso é só frescura IronicNice



Última edição por Thais Isnou em Qua Fev 05, 2014 9:28 pm, editado 1 vez(es)

Thais.

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A.L. escreveu:
Thaia escreveu:Minimalismo...
Bom, eh a vanguarda mais chata da arte.
Eh so o que eu tenho a dizer por hoje.
não gosto como pintura. musica acho muito bom e arquitetura até que desce

Na arquitetura acho bonito pra caramba.
Mas na pintura é um saco mesmo.

Thais.

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Aliás, tópico legal esse.

Mydland

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Spoiler:
" Estava extremamente nervoso, era exatamente um dia antes de entregar meu relatório sobre pesquisas que andei fazendo para defender minha tese. Não sabia o que fazer, até que me lembrei que o bar em frente ao meu apartamento, no velho centro de São Paulo, ficava aberto a noite toda. Fui comprar uma tequila para me acalmar.
Por incrível que pareça, nunca fui muito de beber antes de me mudar para São Paulo, porém essa vida animalesca de competições e prazeres me levou ao grande desejo pelo álcool e me apaixonei por ele. Ficar bêbado é meu segundo grande prazer, depois do sexo, pois nada supera um par de seios dançantes e, bom, melhor encerrar por aqui.
Voltei para casa com uma garrafa e um maço de cigarros, e comecei a refletir sobre a minha vida, no qual achava (e acho) um lixo, mesmo tendo dinheiro para fazer todas as coisas inúteis, menos do ponto de vista nobre e intelectual, que quero. Após alguns copos e cigarros, me lembrei dos meus tempos de faculdade, das garotas com quem fiquei, mas não senti nada quanto a essas recordações. Nenhuma saudade ou afetividade, somente um sentimento de lembrança do prazer momentâneo naquele passado remoto, tal como um animal que se lembra do prazer de um agrado do dono. É, concluí que me sentia vazio, apesar de já saber que era um ser vazio. Precisava de alguma mulher para disfarçar isso naquela noite.
Saí, isso já era por volta das duas e meia da manhã, em busca de alguma nobre prestadora de serviços aos carentes de afeto. Andando, vejo uma garota pálida saíndo de um bar; cabelos negros, um bom corpo, rosto bonito mas, não me parecia uma prostituta. Seus olhos eram enigmáticos, me atraiam, então comecei a seguir seus passos. E como ela era rápida!
De repente ela olhou para trás e desapareceu. Eu, como uma pessoa normal, fiquei, para não dizer outra coisa, tremendo de medo com aquela cena. Como uma mulher daquelas pode sumir de repente? Só podia ter bebido muito!
Fui voltar para minha casa. Abri as portas, acendi as luzes e fui me deitar, porém para minha surpresa encontro aquela mesma mulher deitada em minha cama me seduzindo. Minha primeira reação foi sair correndo, lógico. mas havia algo naquela mulher de tão atraente, que não pensei duas vezes em ir me deitar com ela. Sexo com uma assombração? É realmente o que a tequila e a líbido não fazem, (e que pele gelada ela tinha!)
Quando acordei, estava só no meu colchão, nu e atrasado para o trabalho.Pensei que tudo isso deveria ser um sonho de bêbado, e até hoje considero essa hipótese. Me troquei correndo e fui tomar um cafézinho na padaria da esquina. Chegando lá, para a minha surpresa, estava aquela mesma mulher sentada, tomando um copo de leite mas, com um mero detalhe que me desesperou: estava com uma barriga de uma grávida de 9 meses. Não tive nenhuma opção, se não correr. Como poderia transar com um cadáver e ainda por cima essa carne sem alma ficar grávida de um filho meu? Será que era alma de alguma prostituta me assombrando pelas tantas que já fiquei em minha vida? Enfim, todo lugar que ía, aquela maldita aparecia e ainda gritando se eu não iria assumir aquele filho morto dentro daquele ventre pútrido! O pior é que eu já tentei matar essa peste, mas como nos filmes de terror que tanto gostava, ela não morria e nem o bebê. Nada funcionava.
Com esse relato, espero que compreendam o porquê de minha morte, pois 6 meses de perseguição por um cadáver esperando um bebê seu e exigindo que eu assumisse o filho é algo insuportável." "Esse texto foi uma psicografia de Joaquim de Oliveira Santos, 40 anos, para a família do interior de São Paulo que buscava explicações sobre sua atitude. Se matou no dia 10/05/2010. Sofria de alucinações agudas e tinha uma baita de uma depressão. Vivia sozinho, era alcóolatra, um "nerd" vagabundo, sarcástico, nunca amou, nunca teve filhos, era intelectual e mais um morador qualquer no centro de São Paulo. É, não é todo mundo que aguenta essa selva de pedra. "

51 Re: Minimalism, aleatoric music, and depression. em Qua Fev 05, 2014 10:30 pm

Mydland

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52 Re: Minimalism, aleatoric music, and depression. em Qua Fev 05, 2014 11:32 pm

Eliton

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53 Re: Minimalism, aleatoric music, and depression. em Qua Fev 05, 2014 11:35 pm

Caio

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54 Re: Minimalism, aleatoric music, and depression. em Qua Fev 05, 2014 11:56 pm

A.L.

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55 Re: Minimalism, aleatoric music, and depression. em Qui Fev 06, 2014 12:37 am

Mydland

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Mydland

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You'll know how it feels when for a while you think you're not really depressed and it hits you that for months what you describe as how you normally feel makes someone look uncomfortable and suggest speaking to a professional. It is something which creeps up and completely takes over your sense of normality. Other people usually notice it before you notice it.
If you are the sort of person who also happens to undergo mood instability, you may go through intense periods, could be days, could be even months, where you basically feel hollow and the only times during that period where you feel anything is generally intensely negative. It can get to the stage where after feeling really fucking shit you just break down a cry to yourself and it feels as though a wall has broken and everything comes rushing out. It is usually moments like that when you start to realise just how abnormally low your mood was.
You can lose track of time entirely and go through periods which end up being like an emotional black hole. You have no energy, your sleep cycle gets all fucked up, you can't control your emotions and sometimes you can't muster yourself to feel anything at all.
>but i dont think its an illness
>i just don't want to do shit and stay in bed til i die
Yeah, I told myself that for years. Seek help, man. Before it ends up swallowing a decade or more of your life. It is unnervingly gradual and extremely hard to get out of once you become to used to feeling like that all the time. Requires extensive behavioural therapy just to get it into your head that it is alright to feel the positive sort of things normal people take for granted.
You probably try to justify it, tell yourself that you're worthless and don't deserve anything better. But you do. You really do. No one deserves this shit, man. There is no rhyme or reason to it, no matter how long and hard you've spent rationalising feeling like you're worthless just for being alive.
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57 Re: Minimalism, aleatoric music, and depression. em Dom Abr 15, 2018 10:36 pm

Renato Luiz

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Mydland escreveu:Esse cara sabe o que falar, apesar de parecer arrogante.
Além disso, ele rebate essa critica a sua posição:

Marcelo Moreira escreveu:Uma das maiores pragas da modernidade é o tal do politicamente correto. É aquela eterna mania de dizer “eu respeito isso, respeito aquilo, reconheço o valor de tal coisa…”. É bem mais fácil ficar em cima do muro e ficar de bem com todo mundo. É uma postura que ach absurda, mas fazer o quê? Tem gente que adora ficar de bem com todos e não se arriscar. Tem gente que não suporta ouvir um não ou ter suas opiniões criticadas ou questionadas. É uma questão de personalidade – ou melhor, de falta de. Você escreveu muito e não disse nada. Só dizer que o texto é um lixo é bem menos do que nada. Esperava coisa melhor…

Notbad

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